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Cirurgia Plástica / Blefaroplastia (Pálpebras)

A blefaroplastia, ou cirurgia de pálpebras, é um procedimento minimamente invasivo utilizado para rejuvenescimento facial. Ao eliminar a aparência cansada causada por pálpebras caídas ou bolsas de gordura abaixo dos olhos, esta cirurgia causa grande impacto na busca pela juventude perdida.

Em geral, essas bolsas de gordura e o caimento das pálpebras começam a aparecer por volta dos 30 anos, mas há pessoas cuja predisposição hereditária favorece seu aparecimento precoce. 

É importante o paciente saber que o efeito da plástica de pálpebra é localizado, e não proporciona o rejuvenescimento do rosto. Isto só será possível se a blefaroplastia for realizada em associação com outras técnicas, como o lifting, por exemplo, cujo objetivo é eliminar as rugas. 

Na plástica de pálpebras a cicatrizes são praticamente imperceptíveis. Após a total cicatrização, o que ocorre por volta do terceiro mês, elas ficam praticamente escondidas entre os sulcos naturais da pele. Antes disso, podem ser disfarçadas por maquiagem.
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Duração: Uma a duas horas;

Recuperação: O paciente deve permanecer em repouso durante 24 horas, aplicando compressas de água gelada. Nos primeiros dias é recomendável deitar sempre de costas, mantendo a cabeça elevada. Deve-se evitar a exposição demorada ao sol por pelo menos 30 dias e usar óculos escuros quando à luz natural. Não é comum haver dor no pós-operatório, mas caso ocorra, o uso de analgésicos comuns pode resolver o problema. Os pontos são retirados após 72 horas. O inchaço natural começa a diminuir a partir do quarto dia, mas somente após o terceiro mês o resultado final pode ser constatado. Uma maquiagem leve pode ser usada a partir do décimo dia, e o retorno às atividades normais geralmente ocorre após o quinto dia de pós-operatório;

Técnica utilizada: É retirada uma quantidade de pele em forma de elipse das pálpebras superiores, e as bolsas de gordura que se formam tanto nas pálpebras superiores quanto inferiores (em geral, duas na parte superior e três na inferior). A localização e a forma da incisão elíptica podem variar em relação ao canto dos olhos, de acordo com o objetivo do cirurgião e sua sensibilidade artística. A quantidade de pele retirada varia de paciente para paciente, mas é sempre maior nas pálpebras superiores;

Riscos: As complicações menores que ocasionalmente seguem incluem visão turva ou duplicada por alguns dias, edema temporário no canto das pálpebras; e uma assimetria leve. Alterações dos cílios também podem ocorrer. Edema e equimoses (manchas roxas) são transitórios. Como graves complicações, alguns pacientes podem ter dificuldade de fechar os seus olhos quando dormem;

Resultado: Depois da cirurgia, a pálpebra superior não cai mais sobre os olhos, e a pálpebra inferior se torna mais firme e sem bolsas;

Internação: Há casos em que o paciente vai para casa logo após a operação, sendo recomendável que fique em repouso por algumas horas, para que o inchaço seja menor;

Anestesia: A anestesia usada para esse tipo de cirurgia é a local, aliada a um leve sedativo para deixar o paciente mais calmo.


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